Poderes Emergentes e suas Transversalidades
Curitiba | PR PUCPR
13 de agosto de 2019 | 8:30 am
Programação
Abertura | “Novas Perspectivas da Política Habitacional” (Dr. Paulo Nascimento Neto - PPGTU/PUCPR)
Mesa 1 | “Urbanismo Insurgente: Opções para o Planejamento Urbano Tradicional”
Lucas Kogut (TETO)
Julio Kajewski (ATHIS)
Lilian (Ocupação Tiradentes)
Dr. Maria Carolina Maziviero (UFPR)
Mesa 2 | “Melhorias de Bairro: Programa Família Paranaense: Caso COHAPAR”
Maria Fernanda Lagana (COHAPAR)
Laura Bertol (Ministério Público)
Corina Carril (COHAPAR)
Fechamento | “As Relações com a Gestão Urbana” (Dr. Clovis Ultramari - PPGTU/PUCPR)
Sobre o evento
13 Agosto 2019
08:30 am
Apresentação
As práticas insurgentes voltam-se à política da habitação de interesse social. O objetivo do evento é debater e refletir sobre o planejamento e a gestão urbana no Brasil, na cidade de Curitiba – PR. Ao longo das últimas três décadas ocorreram mudanças nos papéis do poder público e da sociedade civil e o Estado deixou de ser o único agente promotor do desenvolvimento urbano, abrindo espaço de decisão política para a sociedade. A redemocratização trouxe a exigência de novas posturas dos agentes político-sociais diante dos desafios que a nova realidade de governança e governabilidade passou a exigir. O planejamento tecnocrático, preponderante no século XX, caracterizado pela centralização governamental e pela técnica, junto às decisões públicas foi progressivamente perdendo espaço diante da diminuição da capacidade de intervenção estatal e dos novos compromissos democráticos que afirmaram a participação social como direito fundamental. Os tempos atuais, a partir do século XXI, exigem o aprofundamento e a consolidação da participação da população no planejamento e na gestão urbana. A expectativa é que o debate possibilite compreender e vislumbrar novos caminhos e possibilidades para o planejamento urbano e gestão das nossas cidades, no âmbito da política da habitação de interesse social, onde prevaleça a participação da comunidade e o surgimento de novas alternativas para que possamos deixar de reeditar o modelo modernista – funcionalista.